Leitos Pediátricos VALLITECH marcam presença equipando mais uma nova unidade no RS – Nova UTI Pediátrica do Hospital Santa Cruz

Foi oficialmente inaugurada nesta sexta-feira (13/12) a Unidade de Tratamento Intensivo Pediátrica no Hospital Santa Cruz, de Santa Cruz do Sul. O início dos atendimentos no local está previsto para janeiro de 2025. Com cinco leitos, a abertura do serviço contou com um investimento do Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (SES), de R$ 2,9 milhões para a obra e aquisição de equipamentos.

A obra na instituição foi realizada em razão da atualização das normas da vigilância vigentes, que passou a regulamentar que as UTI antes mistas entre neonatal e pediátrica ficassem separadas.

Presente ao evento, a secretária Arita Bergmann destacou o empenho posto no local para se chegar a este momento. “Hoje se concretizou com a ajuda de muitas pessoas para que se pudesse fazer a transmissão completa entre uma UTI mista separando a neonatal, a unidade de cuidados intermediários e a UTI pediátrica. Certamente ganha a população local e regional com este equipamento”, disse.

Conforme o diretor do hospital, Rolf Hugo Molz, a entidade está em fase final da contratação e capacitação da equipe, devendo concluir essa etapa e abrir efetivamente a unidade do dia 2 de janeiro. “Ela é um espaço importante porque nós atendemos uma ampla região e teremos agora uma UTI especificamente para pediatria, com cinco leitos. E a UTI Neonatal ficará com 10 leitos”, detalho.

História da UTI do Hospital Santa Cruz

Em 1997 o Hospital Santa Cruz inaugurou a primeira UTI Pediátrica da região do Vale do Rio Pardo. Na época, o local atendia de forma mista pacientes neonatais (de 0 a 28 dias) e pediátricos (de 29 dias a 11 anos e 11 meses) que necessitam de cuidados complexos. Contudo, uma portaria do Ministério da Saúde de 2010 passou a impor que os serviços funcionassem em ambientes separados e com equipes distintas.

Assim, foi reformulado o espaço para estruturar a UTI Neonatal no local, passando de oito para 10 leitos. A maioria dos pacientes internados na unidade neonatal é de recém-nascidos prematuros, que necessitam de cuidados complexos.

Em março de 2022, foi confirmado pelo Governo do Estado o repasse de R$ 2,9 milhões para a reforma e ampliação das unidades de terapia intensiva (UTIs) neonatal e pediátrica do HSC e para a aquisição de equipamentos para a nova UTI Pediátrica. A entidade recebeu ainda, no total, mais de R$ 9,2 milhões em emendas parlamentares para a execução da obra, na aquisição de equipamentos e no custeio do serviço.

A nova UTI Pediátrica passou de dois para cinco leitos, sendo quatro para atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Na UTI Neonatal o número de leitos passou de oito para 10, sendo oito para o SUS. As unidades possuem plantões médicos 24 horas e são formadas por equipes multidisciplinares que contam com médicos e enfermeiros especialistas, técnicos de enfermagem, psicólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas, farmacêuticos, fonoaudióloga e nutricionistas.

A chefe do serviço de pediatria e responsável técnica pela UTI pediátrica, Tatiana Kurtz, descreveu um pouco da estrutura ali agora existente. “Essa era uma necessidade pela demanda que nós temos de pacientes que procuram o Hospital Santa Cruz pelas mais diversas patologias. Na UTI pediátrica, além de uma alta tecnologia, existem profissionais extremamente qualificados e especialistas na área”, afirmou. “Nós temos uma equipe de oito especialistas médicos e uma equipe também qualificada de enfermagem e toda uma equipe com estrutura multiprofissional com fisioterapeuta, nutricionista, psicóloga e assistente social”, completou.

Junto à estrutura encontra-se a Unidade de Cuidados Intermediários (UCI), com 10 leitos especializados no atendimento de recém-nascidos que, devido ao quadro clínico, não estão em condições de ir para casa. O Hospital também possui o Alojamento Materno para as mães que já receberam alta da maternidade e precisam acompanhar o filho recém-nascido na UTI ou na UCI, promovendo o contato ininterrupto.

 

Fonte : Alina Souza/SES RS

 

 

 

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